segunda-feira, 20 de abril de 2009

Design brasileiro no MAM.

cabide "zigzag" da NoDesign


Resultado de uma extenssa pesquisa, seleção e curadoria da jornalista, professora e crítica Adélia Borges, pode ser vista no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Ibirapuera.


"Pretendo mostrar o alcance do design, que está no nosso cotidiano desde que acordamos até a hora em que vamos dormir, mesmo que a gente não tenha uma percepção consciente dessa presença. Pretendo mostrar que esta é uma atividade multidisciplinar, que tangencia as artes visuais, de um lado; e a engenharia, de outro, e que tem a ver com antropologia, sociologia, psicologia, cultura etc. Por último, pretendo focalizar o momento de maior vitalidade do design brasileiro até hoje, que é justamente o período atual" diz a curadora.

poltrona "diz" de Sérgio Rodrigues
Ex-diretora do Museu da Casa Brasileira, Adélia Borges tem no currículo exposições como “Uma História do Sentar”, no Museu Oscar Niemeyer (PA); “Contemporary Brazilian Design”, no San Francisco Design Center (EUA); e “Kumuro – Bancos Indígenas da Amazônia”, no Carreau du Temple, em Paris.


Experiente na área de pesquisa e análise do design brasileiro, a curadora tem participado de encontos e congressos em países como Argentina, Austrália, México, Uruguai, Chile, Estados Unidos e Espanha.


Irmaos Campana para melissa


"Em todos esses locais, constato um enorme interesse pelo Brasil. O país passou de "patinho feio", acusado de meramente copiar, a protagonista no cenário internacional do design. Celebra-se a criatividade e inventividade de nossos designers, tantas vezes inspirada na tradição popular brasileira de criar com o que se encontra à mão, mesmo longe das condições ideais", afirma.


"Num ponto de vista mais amplo, isso corresponde a uma nova geopolítica internacional, ao florescimento das economias dos países denominados BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) e ao fato de que hoje os fluxos culturais são multidirecionais, não mais na direção exclusiva do hemisfério norte em relação ao hemisfério sul como era anteriormente" , diz.



cadeira "Radar" de Carlos Motta



Exposição “Design brasileiro hoje: fronteiras”
Abertura: 7 de abril de 2009 (terça-feira), a partir das 20h
Visitas: 8 de abril a 28 de junho de 2009, de terça a domingo e feriados, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h)
MAM - Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3- tel (11) 5085-1300Ingresso: R$ 5,50

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Caipirinha!!






Barmen´s criam combinações inusitadas para evitar a mesmice na mesa do bar. A brasileiríssima caipirinha casa tão bem com o calor, que o verão vira tubo de ensaio dos barmen. É nesta época que os experts na bebida inventam novas receitas e aprimoram as combinações consagradas. Embora a tradicional (cachaça, limão e açúcar) ainda seja a mais conhecida no Brasil e fora, misturas exóticas tem ganhado cada vez mais espaço nos cardápios de bares e restaurantes. Por exemplo, o Boteco Rabo de Peixe, em São Paulo, tem várias opções do drink que é referência brasileira no mundo todo: a Caribenha leva rum, abacaxi, hortelã e licor de coco; a Caipiry aposta na combinação de vodca, St. Remy e tangerina; e a Charmosa é feita com vodca, amora, carambola e uvas Itália.






A uva, aliás, é uma tendência para as caipirinhas deste verão. O Veredicto Bar deposita suas esperanças em uma combinação refrescante de cachaça, uva e gengibre.E o fenômeno das novas caiprinhas vai além das cozinhas tradicionalmente brasileiras. A rede de restaurantes Outback, que serve comida australiana, também investiu na uva como ingrediente base. A fruta é combinada a cachaça e manjericão. O resultado é um drink leve, ideal para aquela tradicional esticadinha após o trabalho.


No restaurante marroquino Tanger, a chef Ariela Doctors e o barman Bruno dos Santos criaram uma carta especial de caipirinhas. O xodó da carta é a Caipiroska amarela, feita com vodca, abacaxi, maracujá, manga e gelo de garapa. Mas outras opções também valem a pena, como a Caipiroska real, com vodca, manga, pimenta rosa e gengibre fresco; e a Caipitanger, que leva vodca, tâmaras e raspas de limão.

Paul Morrison






Paul Morrison é um artista inglês de 43 anos, nascido em Liverpool, mais conhecido por suas obras monocromáticas de paisagens botânicas. Sua primeira exposição individual aconteceu em 1996 e, desde então, a carreira dele deslanchou.
Em exposição desde o dia 12 de fevereiro na Galeria Cheim&Read, de Nova York – a mesma que a pouco tempo recebeu as peças inéditas de Louise Bourgeois – a obra de Paul ganha reconhecimento a partir do momento que a imagem de uma simples flor passa de inofensiva para assustadora devido a nova dimensão. E também pela ausência de cor.
Suas enormes telas são pintadas em duas camadas de tinta acrílica. Em seguida, são digitalizadas por computador que as deixa disformes em relação ao seu tamanho original. Pequenas flores se tornam imponentes, enquanto árvores são propositalmente reduzidas. O que o artista considera um tipo de paisagem cognitiva.

"Vik" no MASP e no MAM.


A arte conceitual e contemporânea de Vik Muniz começou a ganhar espaço no mundo no início dos anos 90, quando um crítico do The New York Times descobriu seu trabalho em uma das galerias de Nova York. De lá pra cá, suas obras já estiveram expostas no MoMA, no Guggenheim, no Metropolitan Museum of Art, no Miami Fine Arts Museum e em tantos outros importantes museus de vários continentes.
A exposição “Vik”, que chega ao Brasil neste início de ano, traz 131 fotografias e três vídeos - uma espécie de making of - realizados por Fabio Ghivelder, um colaborador de Muniz. O interessante é que um dos vídeos será exibido através de um monitor de plasma colocado no chão, permitindo que os visitantes possam ter o mesmo ângulo de visão de Muniz ao fotografar as obras da série “Pictures of Garbage”.
Com o uso de materiais pouco convencionais, Vik Muniz imprimiu sua marca e ultrapassou os limites dos museus e galerias. Seu trabalho já estampou a capa da revista The New York Times – com a foto de Albert Einstein feito de recortes de papel – e o retrato de Vladimir Putin feito com caviar, saiu na publicação de 75 anos da revista Esquire.
A mostra terá obras famosas como a Monalisa feita em geléia e pasta de amendoim, o soldado composto por inúmeros soldadinhos de brinquedo, a Medusa de macarrão e molho marinara e o retrato das atrizes Elizabeth Taylor e Mônica Vitti elaborados por centenas de pequenos diamantes.
Com direção de montagem de Emilio Kalil, produção executiva de Bianca de Felippes, montagem da Arquiprom e programação visual de Jair de Souza, “Vik” vai primeiro para o MAM do Rio de Janeiro e depois vem para o MASP.

_Diesel _


Após o sucesso de Fuel For Life, lançado em 2007, a Diesel apresenta sua segunda fragrância masculina: Only The Brave. Tudo no perfume exala masculinidade, força e poder. A começar pelo frasco que tem o formato de uma mão fechada, pronta para um direto numa luta de boxe. E por falar no design, a mão foi inspirada no punho do dono da marca, Renzo Rosso. O nome “Diesel” vem como se fosse um anel em prata.
Only The Brave deve estar disponível em cerca de 30 mil lojas. O lançamento será na Alemanha no final de março. No meio de abril estará nas prateleiras francesas e, a partir de maio, chega ao mundo inteiro. O perfume será vendido em versões de 30, 50 e 75 ml que custarão respectivamente 33€, 49€ e 67€. Além da fragrância, a linha terá loção pós-barba, desodorante e shower gel.
A fragrância pode ser descrita como amadeirada e oriental, com notas de âmbar e cedro. Mais masculina, impossível!

Conhaque Vestido Para Festa


Sinônimo de luxo e requinte, o cognac ganha agora a versão Hennessy XO (eXtra Old). Em edição limitada, ele vem em garrafa desenhada em 1947 e com incrustações de 82 cristais Swarovski.
A conhaque Hennessy foi criado em 1870 para uso particular da família Hennessy. Esta versão nova é composta do “eaux-de-vie” (destilados de vinho) antigo, é bem estruturado e tem aromas de especiarias, com uma predominância de carvalho e pimenta do reino.
Ou seja, além de lindo de se ver, o Hennessy XO é melhor ainda para se beber.