segunda-feira, 6 de abril de 2009

"Vik" no MASP e no MAM.


A arte conceitual e contemporânea de Vik Muniz começou a ganhar espaço no mundo no início dos anos 90, quando um crítico do The New York Times descobriu seu trabalho em uma das galerias de Nova York. De lá pra cá, suas obras já estiveram expostas no MoMA, no Guggenheim, no Metropolitan Museum of Art, no Miami Fine Arts Museum e em tantos outros importantes museus de vários continentes.
A exposição “Vik”, que chega ao Brasil neste início de ano, traz 131 fotografias e três vídeos - uma espécie de making of - realizados por Fabio Ghivelder, um colaborador de Muniz. O interessante é que um dos vídeos será exibido através de um monitor de plasma colocado no chão, permitindo que os visitantes possam ter o mesmo ângulo de visão de Muniz ao fotografar as obras da série “Pictures of Garbage”.
Com o uso de materiais pouco convencionais, Vik Muniz imprimiu sua marca e ultrapassou os limites dos museus e galerias. Seu trabalho já estampou a capa da revista The New York Times – com a foto de Albert Einstein feito de recortes de papel – e o retrato de Vladimir Putin feito com caviar, saiu na publicação de 75 anos da revista Esquire.
A mostra terá obras famosas como a Monalisa feita em geléia e pasta de amendoim, o soldado composto por inúmeros soldadinhos de brinquedo, a Medusa de macarrão e molho marinara e o retrato das atrizes Elizabeth Taylor e Mônica Vitti elaborados por centenas de pequenos diamantes.
Com direção de montagem de Emilio Kalil, produção executiva de Bianca de Felippes, montagem da Arquiprom e programação visual de Jair de Souza, “Vik” vai primeiro para o MAM do Rio de Janeiro e depois vem para o MASP.

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